Banquete marca o Dia do Maçom em São Leopoldo

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Uma grande e concorrida celebração marcou o Dia do Maçom em São Leopoldo. Com a participação de mais de 150 Maçons de 35 Lojas do vale dos Sinos e da grande Porto Alegre, a Loja “Rocha Negra” nº 383 realizou o tradicional banquete ritualístico no rito Schröder. O evento – que chegou em 2017 a sua 19ª edição – renovou o espírito da Maçonaria unida do Rio Grande do Sul, com a participação maciça de Maçons do GORGS, da GLMERGS e do GOB-RS. Tendo como anfitrião o Venerável-Mestre Alberto de Freitas Neves, o evento contou com a participação do Grão-Mestre Tadeu Pedro Drago, acompanhado pelo Grão-Mestre Adjunto Osleno dos Santos Heberlê e pelo ministro da Administração Ivo Gilberto Fraga. O Irmão Rui Jung Neto representou o Grão-Mestre da GLMERS, e o Irmão Antônio Luiz Fernandes representou o Grão-Mestre do GOB-RS. Presentes ainda delegados regionais e Veneráveis-Mestres de diversas Oficinas.

No salão de festas da Sociedade Vila Scharlau tudo foi organizado com a simplicidade característica do Schröder, rito no qual trabalha a centenária Loja leopoldense. Conforme o Irmão Jones Edmundo da Silva, 73, falando sobre os primeiros eventos na década de 90, olhando para o salão lotado, nitidamente emocionado “Naquele tempo 50 Irmãos era o máximo e eu nunca imaginei que veria o que temos esta noite”.

Na noite de congraçamento fraterno foram levantados os tradicionais brindes à Pátria e à cidade de São Leopoldo, aos Maçons visitantes, às cunhadas viúvas e às sobrinhas órfãs e, por último, com o silêncio devido, foram lembrados os Maçons a caminho e aos que se encontram no Oriente Eterno.

Concluindo a celebração, manifestou-se o Irmão Rui Jung, que destacou a união dos Maçons gaúchos que se renova com as três Potências Maçônicas regulares presentes ao evento. Na mesma linha, o Irmão Antônio Fernandes que pronunciou o salmo bíblico 133, que fala na união fraternal.

O Grão-Mestre Tadeu Pedro Drago encerrou o evento dizendo-se feliz por ver que ali no 19º banquete ritualístico da Loja “Rocha Negra” estava, como sempre deverá permanecer, a Maçonaria Unida do Rio Grande do Sul. “A Maçonaria tem como característica desde seus primórdios ser um instrumento transformador da sociedade. Ao longo dos séculos essa tem sido a nossa motivação. Pela ação proativa dos Maçons a sociedade ocidental passou a conduzir-se pelos princípios universais da liberdade, igualdade e fraternidade”. E finalizou exortando a todos: “Não basta apenas fazermos diagnósticos da nossa realidade politica em intermináveis debates. Precisamos de ações concretas”.

 

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